quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

O ano em que meu pai saiu de férias

Vamos terminar logo com isso! Calma... Melhor não desesperar. Está quase no fim, e essa sensação vai melhorar com o tempo. Não vai!Você nunca passou por isso. Deve ser muito fácil falar que vai melhorar... Você está sendo dramático demais! Todo mundo uma hora ou outra passa por isso. E estão todos aí... Hum... agora tá doendo muito! [sai uma lágrima dos olhos de Alexandre] Faz o seguinte: pra acabar com isso de uma vez, vai trocar esse sapato. Não tem condições de você ir pra festa de ano novo, chorando de dor por causa de um sapato velho! Putz... mas amanhã mesmo vamos comprar um novo!

Felicidades eternas e, nos vemos.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Novo post!

Tinha a intenção de escrever um bom texto sobre a minissérie da Globo, Capitu. Na pesquisa de dados, porém, deparei-me com um bom texto já escrito. Furto-me, pois, da tarefa, com a consciência ciente de que os ex futuros leitores desse texto estarão bem amparados de autor!

http://gauche-nunca.blogspot.com/

Boa leitura!

Felicidades eternas e, nos vemos.

ps: pesquisarei bastante para um próximo tema... eu acho.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Rotina: parte 1

Férias

Música. Cinema. Literatura.

Quase morro de tédio...

Felicidades eternas e, nos vemos.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Não é possível...

Duas horas de caminhada. Andei de Santo André até São Bernardo para caminhar esportivamente num parque urbano da cidade. Três voltas pareceram-me precisas. Sobrou a volta. Inicio a caminhada. No farol, em frente ao parque, vejo meu primo de carro. Perfeito. Já havia andado o suficiente mesmo. Carona até a esquina de casa. Quando desço do carro, meu chinelo mergulha no asfalto. Desequilibro-me. Heroicamente, mantenho-me de pé. Mas meu pé, o esquerdo, apóia-se exatamente na ponta de um pedra pontuda. Fui perfurado.

Melhor não caminhar mais!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Feliz Natal!

Putz...puta ano, não é, seu José?
Nossa... nem me fale.
Muita coisa, né...
E não é?
Agora só no próximo!!!
Tudo de novo...
HAHAHAHA..

Bom Natal, boas festas e bom ano novo pro senhor e pra sua família...
Pra você também, meu anjo!!!!

Vem amanhã?
Venho. E o senhor?
Tamo ae!

Então até amanhã!!!
Bom descanso!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Play, Stop

Play.

(cinco minutos depois...)

Stop.
Play.

(cinco minutos depois...)

Stop.
Play.

(Cinco minutos depois...)

Stop.

Gostei da introdução da música!!!

Play.

Felicidades eternas e, nos vemos.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Dualismos: Faça as tuas opções nas minhas escolhas

(Não) Quero acordar cedo.
(Não) Quero pagar o aluguel.
(Não) Quero estudar muito.
(Não) Quero assistir (às) olimpíadas.
(Não) Quero acentuar ox(í)tonas, parax(í)tonas, propa(í)roxitonas e monoss(í)labos t(ô)nicos.
(Não) Quero votar nas próximas eleições.
(Não) Quero marcar gol quando jogar (com) bola.
(Não) Quero dizer sempre.

Quero ler, quero escrever(,) (quero) uma casa (no campo).
(Não) Quero dizer [(sim) (sempre) [e] (não) (nunca)].

{Felicidades [(eternas) e, nos vemos]}.

ps: (ps:I love you) *Parêntese s.m. ((este é sério)Do gr. parenthesis, pelo lat. tard. parenthesis.(este também é sério)) 1. Frase que forma sentido distinto e separado do sentido do período em que se intercala. [?] (este não é nem um pouco legítimo) -2. Sinais () que encerram frases dessa espécie. ((sério) Usa-se também no plural neste sentido.(sério!)) -3. Digressão.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Como acabar com os dramas!: sendo um bom ator no silêncio

Imagine o pior dos cenários:

Você perde alguém querido, ou briga com a(o) namorada(o), ou perde o emprego, ou seja lá o que for de pior, ou que te faça muito triste. Qual é a solução?
Não sei. A saída – momentânea – é se trancar no quarto e ouvir alguma música que te faça estar à vontade no teu sofrimento.

Chegamos ao ponto.

Escolhe-se a música mais adequada; e com a melodia dela, sentimo-nos tristes da forma mais cênica possível. Como se precisássemos de uma platéia que reconhecesse o quão bem sabemos sofrer. Tem de tudo: lágrimas, expressões faciais curiosíssimas, e, repare, trilha sonora!!!!

No entanto, em certo momento, percebemos que somos amadores. Quando? No momento em que a música acaba. A próxima faixa com toda certeza não traduz toda dramaticidade necessária a cena que engendramos.

Aí fica uma situação desconfortável porque somos obrigados a interromper nossa atuação – mais do que isso: nosso sofrimento – pra voltar a música que principiou. E tudo que já havíamos interpretado pede nova interpretação. O problema é que pra fazer de novo, choramos de novo, e lembramos de novo, e morremos de novo.

Até que uma hora a repetição aborrece. Até que uma hora não faz mais sentido chorar tanto, da mesma forma, pelas mesmas perdas, ou decepções, ou aporrinhamentos...

O que me leva a pensar que talvez o nosso sofrimento seja do tamanho de uma música convencional... uns três minutos e meio. O que me leva a pensar que se adequássemos nossas emoções a música clássica, sofreríamos bem mais, uma vez que são músicas longuíssimas, sem fim... O que me leva a pensar que se escutássemos músicas menores, quase não sofreríamos; a menos, é claro, que as repetíssemos mais do que o normal. O que, por fim, me leva a pensar que se não escutássemos música, não teríamos motivo para ficar tristes.

Hum... muito bom!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 30 de maio de 2008



Cada época com a sua porção de bons momentos...

Felicidades eternas e, nos vemos.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Das políticas dos próximos governos

Eis que se chega em um ponto crítico.
Examino. Aproximo-me mais do sinal preto, estanque, parado e fixado numa página em branco. As dimensões são assustadoramente legíveis. Legíveis, talvez, da lua. Aquele, uma grande esfera preta; esta, uma grande bola branca. Em volta, ou seja, ao redor, a atmosfera permanece a mesma. As pessoas, embora se reconheçam andar da direita pra esquerda, ainda movimentam-se da esquerda pra direita; isso pra não dizer daquelas que estão paradas; isso pra não falar de mim. Meu olhar é dinâmico, sinuoso, mas meus olhos são desesperados, paranóicos; e minhas pernas são paralíticas, estáticas e estatísticas.
Observo. Sabo. Olho e, finalmente, muito embora tenha demorado muito, descubro que esse ponto, sinal ou final gráfico, não seja mais encerramento de uma significação. Alguém deslocou o ponto final para o início da frase; e mais do que isso: deslocaram o ponto do papel para o meu passeio público; e aí eu fiquei assim: sabendo do que veio antes e pretendendo iniciar o depois.
Mas ainda eu não comecei anda.

Felicidades eternas e, nos vemos.