quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Prefiro o transporte público

Dia 20 - Campinas/Valinhos - de carro: 25min.

Dia 21 - Valinhos/Campinas - de ônibus: 2h40min.

Felicidades eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

sábado, 10 de janeiro de 2009

Vamos abrir as portas da esperança

Meu tio mandou uma carta para o Silvio Santos, pedindo uma camâra. Foi atendido. Em certo domingo, lá estava ele encontrando seu sonho no momento em que "a porta da esperança" se abria.

Hoje, numa tacada só, vi uma retrospectiva desses mais de dez anos de gravações, feitas com aquela mesma câmara. E...

Vou encerrar o texto aqui, pois o que viria depois dessa introdução certamente seria um discurso muito próximo da auto-ajuda.

Felicidades eternas e, nos vemos.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

O ano em que meu pai saiu de férias

Vamos terminar logo com isso! Calma... Melhor não desesperar. Está quase no fim, e essa sensação vai melhorar com o tempo. Não vai!Você nunca passou por isso. Deve ser muito fácil falar que vai melhorar... Você está sendo dramático demais! Todo mundo uma hora ou outra passa por isso. E estão todos aí... Hum... agora tá doendo muito! [sai uma lágrima dos olhos de Alexandre] Faz o seguinte: pra acabar com isso de uma vez, vai trocar esse sapato. Não tem condições de você ir pra festa de ano novo, chorando de dor por causa de um sapato velho! Putz... mas amanhã mesmo vamos comprar um novo!

Felicidades eternas e, nos vemos.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Novo post!

Tinha a intenção de escrever um bom texto sobre a minissérie da Globo, Capitu. Na pesquisa de dados, porém, deparei-me com um bom texto já escrito. Furto-me, pois, da tarefa, com a consciência ciente de que os ex futuros leitores desse texto estarão bem amparados de autor!

http://gauche-nunca.blogspot.com/

Boa leitura!

Felicidades eternas e, nos vemos.

ps: pesquisarei bastante para um próximo tema... eu acho.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Rotina: parte 1

Férias

Música. Cinema. Literatura.

Quase morro de tédio...

Felicidades eternas e, nos vemos.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Não é possível...

Duas horas de caminhada. Andei de Santo André até São Bernardo para caminhar esportivamente num parque urbano da cidade. Três voltas pareceram-me precisas. Sobrou a volta. Inicio a caminhada. No farol, em frente ao parque, vejo meu primo de carro. Perfeito. Já havia andado o suficiente mesmo. Carona até a esquina de casa. Quando desço do carro, meu chinelo mergulha no asfalto. Desequilibro-me. Heroicamente, mantenho-me de pé. Mas meu pé, o esquerdo, apóia-se exatamente na ponta de um pedra pontuda. Fui perfurado.

Melhor não caminhar mais!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Feliz Natal!

Putz...puta ano, não é, seu José?
Nossa... nem me fale.
Muita coisa, né...
E não é?
Agora só no próximo!!!
Tudo de novo...
HAHAHAHA..

Bom Natal, boas festas e bom ano novo pro senhor e pra sua família...
Pra você também, meu anjo!!!!

Vem amanhã?
Venho. E o senhor?
Tamo ae!

Então até amanhã!!!
Bom descanso!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Play, Stop

Play.

(cinco minutos depois...)

Stop.
Play.

(cinco minutos depois...)

Stop.
Play.

(Cinco minutos depois...)

Stop.

Gostei da introdução da música!!!

Play.

Felicidades eternas e, nos vemos.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Dualismos: Faça as tuas opções nas minhas escolhas

(Não) Quero acordar cedo.
(Não) Quero pagar o aluguel.
(Não) Quero estudar muito.
(Não) Quero assistir (às) olimpíadas.
(Não) Quero acentuar ox(í)tonas, parax(í)tonas, propa(í)roxitonas e monoss(í)labos t(ô)nicos.
(Não) Quero votar nas próximas eleições.
(Não) Quero marcar gol quando jogar (com) bola.
(Não) Quero dizer sempre.

Quero ler, quero escrever(,) (quero) uma casa (no campo).
(Não) Quero dizer [(sim) (sempre) [e] (não) (nunca)].

{Felicidades [(eternas) e, nos vemos]}.

ps: (ps:I love you) *Parêntese s.m. ((este é sério)Do gr. parenthesis, pelo lat. tard. parenthesis.(este também é sério)) 1. Frase que forma sentido distinto e separado do sentido do período em que se intercala. [?] (este não é nem um pouco legítimo) -2. Sinais () que encerram frases dessa espécie. ((sério) Usa-se também no plural neste sentido.(sério!)) -3. Digressão.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Como acabar com os dramas!: sendo um bom ator no silêncio

Imagine o pior dos cenários:

Você perde alguém querido, ou briga com a(o) namorada(o), ou perde o emprego, ou seja lá o que for de pior, ou que te faça muito triste. Qual é a solução?
Não sei. A saída – momentânea – é se trancar no quarto e ouvir alguma música que te faça estar à vontade no teu sofrimento.

Chegamos ao ponto.

Escolhe-se a música mais adequada; e com a melodia dela, sentimo-nos tristes da forma mais cênica possível. Como se precisássemos de uma platéia que reconhecesse o quão bem sabemos sofrer. Tem de tudo: lágrimas, expressões faciais curiosíssimas, e, repare, trilha sonora!!!!

No entanto, em certo momento, percebemos que somos amadores. Quando? No momento em que a música acaba. A próxima faixa com toda certeza não traduz toda dramaticidade necessária a cena que engendramos.

Aí fica uma situação desconfortável porque somos obrigados a interromper nossa atuação – mais do que isso: nosso sofrimento – pra voltar a música que principiou. E tudo que já havíamos interpretado pede nova interpretação. O problema é que pra fazer de novo, choramos de novo, e lembramos de novo, e morremos de novo.

Até que uma hora a repetição aborrece. Até que uma hora não faz mais sentido chorar tanto, da mesma forma, pelas mesmas perdas, ou decepções, ou aporrinhamentos...

O que me leva a pensar que talvez o nosso sofrimento seja do tamanho de uma música convencional... uns três minutos e meio. O que me leva a pensar que se adequássemos nossas emoções a música clássica, sofreríamos bem mais, uma vez que são músicas longuíssimas, sem fim... O que me leva a pensar que se escutássemos músicas menores, quase não sofreríamos; a menos, é claro, que as repetíssemos mais do que o normal. O que, por fim, me leva a pensar que se não escutássemos música, não teríamos motivo para ficar tristes.

Hum... muito bom!

Felicidades eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 30 de maio de 2008



Cada época com a sua porção de bons momentos...

Felicidades eternas e, nos vemos.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Das políticas dos próximos governos

Eis que se chega em um ponto crítico.
Examino. Aproximo-me mais do sinal preto, estanque, parado e fixado numa página em branco. As dimensões são assustadoramente legíveis. Legíveis, talvez, da lua. Aquele, uma grande esfera preta; esta, uma grande bola branca. Em volta, ou seja, ao redor, a atmosfera permanece a mesma. As pessoas, embora se reconheçam andar da direita pra esquerda, ainda movimentam-se da esquerda pra direita; isso pra não dizer daquelas que estão paradas; isso pra não falar de mim. Meu olhar é dinâmico, sinuoso, mas meus olhos são desesperados, paranóicos; e minhas pernas são paralíticas, estáticas e estatísticas.
Observo. Sabo. Olho e, finalmente, muito embora tenha demorado muito, descubro que esse ponto, sinal ou final gráfico, não seja mais encerramento de uma significação. Alguém deslocou o ponto final para o início da frase; e mais do que isso: deslocaram o ponto do papel para o meu passeio público; e aí eu fiquei assim: sabendo do que veio antes e pretendendo iniciar o depois.
Mas ainda eu não comecei anda.

Felicidades eternas e, nos vemos.

domingo, 30 de setembro de 2007

Tá na hora de escrever um grande texto!!!

A hora passou...

Felicidades eternas e, nos vemos.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

A grave greve e o grave estudante

O momento é, no mínimo, interessante. Com os decretos de início de ano do governador Serra, a comunidade universitária das universidades públicas paulistas tem vivido dias de intensa movimentação. Discussões, debates, assembléias, filmes, piquetes e as mais diversas formas de manifestação ganharam corpo e visibilidade dentro de um cotidiano que há muito tempo se caracterizava apenas por provas, aulas e pesquisa.

Na universidade de Campinas (UNICAMP), o clima de conscientização tem sido construído desde o início do semestre, com atividades na recepção dos calouros, e tentativas dos mais diversos espaços de discussão com todos os alunos de graduação e pós. Se, por muitas vezes, o que se viu – ou que não foi visto – foi a participação dos estudantes, opinando ou escutando, outras, e notadamente nas últimas semanas, a impressão que se tem é que os espaços para reflexão sobre o que está acontecendo com a educação no ensino superior estão cada vez mais lotados.

É nesse momento, portanto, que se deve colocar, talvez, as questões de mais relevância para os privilegiados estudantes de universidades públicas no país.

Justo ou não, os freqüentadores das salas de aula da USP, UNICAMP ou UNESP ganharam o direito de estudar nessas instituições quando da sua qualificação nos exames seletivos. Partindo-se dessa prerrogativa, não há dúvidas da existência de direitos e deveres desses mesmos estudantes para com o desenvolvimento do país, a partir daquilo com o que se ilustram nas instâncias da universidade brasileira. Nesse sentido, frente ao que se está considerando como o mais grave ataque à autonomia das universidades públicas desde o período de ditadura militar, é imprescindível notar o movimento de esclarecimento, ou pelo menos de “des”alienação, dos estudantes e a capacidade de mobilização e organização dos mesmos para questionar ou se posicionar de forma contundente com relação às últimas decisões – no que se refere à educação - dos estratos governamentais estadual.

Com duas reitorias invadidas, paralisações pontuadas por atividades de conscientização, e – deve-se ressaltar novamente – um número sem igual de assembléias lotadas, pode-se dizer que o movimento estudantil no Estado de São Paulo começa, mesmo que de forma pressionada, dar sinais de revitalização, após longos anos de marasmo ou desarticulação.

Quais serão os resultados ou o que será da luta atual encampada – derrubada dos decretos do governador – ainda não se pode prever. Contudo, e é importante que a sociedade de modo geral observe, os estudantes têm plena consciência do que está acontecendo com a educação nesse país, e, principalmente, do que podem fazer para impedir aquilo que trabalha de forma maquinal por uma verdadeira deseducação.

Felicidades eternas e, nos vemos.

terça-feira, 15 de maio de 2007

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Guardei o e-mail no rascunho

Primeiro que nem sabia ligar o computador. Abandonei a idéia de digitar a minha carta de amor e enviá-la por e-mail. A intenção é que fosse anônima, mas para isso deveria criar uma conta alternativa; se já me era difícil saber quais e quantos aparelhos eu deveria ligar para fazer o computador funcionar, imagina criar um 'endereço eletrônico'...
A carta parecia-me bem escrita. A letra bela, mesmo tendo a folha de fichário branco como substrato. O conteúdo era elogioso, e elogiava de forma clara, objetiva; sem apelar para um sentimentalismo caduco ou romântico. Não era extensa; talvez, penso eu, o suficiente para provocar uma leitura ansiosa, leve – furiosa, breve.
No entanto, se as dúvidas e receios não me assaltaram no momento da escrita, tomaram-me agora, à gola, sufocando-me enquanto pensava o meio mais eficaz de fazê-la chegar à mão da destinatária.
Carta impressa, fonte "Times New Roman", tamanho 12? E onde apareceriam meus traços de personalidade? Meus ex-quase-erros futuros de caligrafia, os quais retificaria forçando o bico da bic, ou aniquilando-os por completo, sob a massa opulenta do 'branquinho'?
O certo, o correto, seria uma carta escrita à mão; mas quantas das mulheres de hojes, virtuais ou/e atuais, gostariam de receber um envelopim enfeitadim, contendo um palavreado delicado, dedicado a (não) explicitar um sentimento já implícito?
E a carta, ou melhor, a declaração clássica do amor, é algo desnecessário para as mulheres nos dias de atualmente? Quando o homem pensa estar revelando o segredo do universo é porque já foi o tempo da mulher descobri-lo, gostar, desgostar e se achar voando por outros campos ou lendo cartas em outros cantos.
E a minha carta? O que ela seria na história do homem? Minha intenção é que a mocinha gostasse, apreciasse a minha quase atitude. Mas na história da humanidade, com tantos Joões, Clarices e Andrades, os meus escritos não resultariam em nada.
Não resultaram. Não a entreguei. Namorei, mas não fui namorado.

Felicidades eternas e, nos vemos.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Sempre vou. Sempre fui. Chego contente, como pipoca, falamos sobre "a vida, o universo e tudo mais", às vezes vemos jogo, outras assistimos filme, e mais outras estudamos. Reflito muito quando saio de lá. Penso sobre a distância que terei de vencer até chegar minha casa, penso nas crianças morrendo de fome na África, nas relações que eu terminei - mesmo aquela do tio da quitanda na qual não vou mais-, e no que eu devo fazer para e no dia seguinte...

Mais o mas fantástico mesmo de se ir lá, é voltar embora! A despedida é longa, demorada, pontuada de revisões das conversas que acabamos de ter, ecos das palavras mais significativas do dicionário, às vezes lágrimas, às vezes obviedades... daí vem o beijinho de tchau, o "se cuida" e finalmente o "tchau", das formas mais variadas que se possa imaginar.

Viro as costas e começo a caminhar: um metro, dois metros, três, quatro, cinco - ela ainda está me olhando - seis, sete, oito - olho para trás desconfiado de que já me abandonou - quinze - não, ela tá lá - vinte, trinta - agora não tem mais jeito - não é mais possível vê-la apenas virando o rosto; mas eu acho que ela já entrou mesmo; não me importa...mesmo não estando ao meu lado, me acompanhou até o final!

Felicidades Eternas e, nos vemos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Acabou a balada

Ao som de Fatboy Silm, o mundo parecia-me demais para meu pensamento de menos.Os corpos dançavam nem sei pra quê; as mocinhas chapavam nem sei pra onde, e os rapazes drogavam nem sei o que e nem sei pra onde. Poucos e pobres porcos e parcos segundos separavam 2006 de 2007:

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:50 - “Número de civis mortos no Iraque bate recorde.” [03/01/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:51 - “Chuvas matam 28 no Rio e São Paulo.” [06/01/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:52 - – “Desastre no metrô abre cratera em São Paulo.” [13/01/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:53 - “Serra retém verba da USP, Unesp e Unicamp."” [11/02/07]

Trutz prutz, trutz prutz


23:59:54 - “Educação do país piora em 10 anos.” [08/02/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:55 - “Garota diz que teve de ficar nua em trote.”, [09/02/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:56 - “Criança é arrastada em roubo até a morte.”, [09/02/07]

Trutz prutz, trutz prutz

23:59:57 - ...
23:59:58 - ...
23:59:59 - ...

Trutz prutz, trutz prutz
Trutz Tic, prutz Tac,
Tic Trutz, prutz Tac,
Prutz Tac, Trutz Tic
Tac prutz, Tic trutz
Trutz prutz, trutz prutz


00:00:0007 – bumbum bumbum bum

Bravo provo brasileirummmmmmmm...

Feliz engodo novo e bom bacanal!

*as manchetes foram tiradas do jornal Folha de São Paulo, no período entre 01 de Janeiro e 09 de Fevereiro de 2007.

sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Depois do fim do dia


Da atmosfera mais caótica e inanimada do meu cotidiano, libertei-me para transcender o mais politicamente adequado e esperado.

Quando cheguei em casa, razoavelmente mais cedo do que costumo, vislumbrei um fim de noite muito parecido a todos os outros fins de noite que já tive na vida. Sentaria-me em frente ao computador para ler alguns e-mails, mandar outros recados e esgotar todas as poucas e pífias utilidades de trânsito virtual. Antes, porém, olhei inutilmente a despensa, procurando bolachas que eu sabia não ter. Por medo de deixar e-mails recebidos de última hora não lidos, atualizei seis vezes minha caixa de entrada, aproveitando nos intervalos entre a terceira e quinta checada, para verificar também novamente se já não havia dado tempo suficiente para uma alma bondosa e visionária me presentear com um pacote de bolachas. No final, nem e-mails, nem comida.

Quando me encaminhava para cama, deu-se a chegada de um amigo. Ele estava emocionalmente mais animado, e isso era fácil de notar pela velocidade de sua voz e a versatilidade de suas expressões – máscaras ideais para dar o tom exato das personagens que povoam seus microcontos cotidianos.

Animei-me por conta de sua disposição, deixando-me acordado e ainda sob o foco das luzes que me indicavam como um possível interlocutor para diálogos de ordem subjetivas.

No entanto, contrariando as expectativas meteriológicas para noite, as quais sempre traço antes de entrar em casa, começa uma chuva irremediavelmente adequada e aconchegante. O barulho das gotas no chão lembravam a dança que o vento proporciona para as folhas secas no outono; o clima foi embebecido por uma atmosfera molhada, ávida por novos ares; os espíritos calaram a arrogância do ser humano, libertando-o para induzir corpo e mente a uma entrega ao consciente viver e inconsciente pensar.

Meu amigo e eu entregamo-nos à chuva, deixando que a água, mais do que molhar mãos, braços, pernas, roupas e cabelos, nos remetesse a um estágio de vida fascinantemente pueril, no qual os caminhos pelos quais nosso corpo seria visto correndo fossem escolhidos mais por uma necessidade de ganhar um espaço do que por utilidade desse mesmo espaço para chegar em algum lugar. Corremos pelo concreto, rindo por aquilo que de mais abstrato poderia causar humor: a possibilidade de nos deixar envolver por algo mais, que não fosse a certeza de uma noite tranqüila: poças d´água, pulos no ar e quedas no chão.

Tratou-se de uma chuva rápida; suficiente para que reverenciássemos toda volta do e no quarteirão, com centelhas de vida e cacos da explosão de um bem-querer viver.

Felicidades eternas e, nos vemos.